quarta-feira, 30 de março de 2011

BookTour do Selo Brasileiro

Atenção blogueiros literários:

Foi lançado o BookTour do Selo Brasileiro.

O projeto visa expandir as parcerias do Selo Brasileiro e seus autores com blogs literários que desejam, mas que ainda não tiveram, por um motivo ou outro, a oportunidade de firmar tal parceria.

Livros que farão parte do BookTour:
(Já leu/resenhou algum? Sem problemas. Mandaremos somente o que você precisar)

1 - Apátrida
2 - A Morte do Cozinheiro
3 - O Arquiteto do Esquecimento
4 - Doença e Cura
5 - Draco Saga: O Despertar (Vol. 1)
6 - Ethernyt - A Guerra dos Anjos
7 - Estigmas da Luz
8 - Garota Apaixonada em Apuros
9 - Irresistivemente Fatal
10 - Lázarus
11 - Por Favor, Não Deixem a Dor Regressar
12 - Teia Virtual
13 - Um Peixe de Calças Jeans

Todos os blogueiros interessados em participar serão muito bem-vindos!
Para saber como basta clicar aqui e ler as regras.


Obrigado a todos!


Autores do Selo Brasileiro.




Lembrando que o primeiro encontro do Selo Brasileiro acontecerá em São Paulo no próximo sábado!

Maiores informações em: http://selobrasileiro.blogspot.com
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segunda-feira, 28 de março de 2011

Alma Trabalhada



Trabalhei na alma uma nova esperança
Bonita, imponente, pintada de verde
Enfeitei-a com ar; poesias, sorrisos
Enfeitei-me de sol; e mar de poente.

Trabalhei na alma uma nova paixão
Aquela que traz de nossos sonhos, docemente
A lei vigente de encontrar o amor
Podendo com amor: ser só mais um incoerente.

Trabalhei na alma uma nova canção
Que dizia de mim: mil anos ao luar
Que dizia de mim: jamais se findará
A tristeza da alma; sem os teus versos de amor.



(Mais um livro de poemas na gaveta: Aceite as Flores Carnívoras de um Neandertal)
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sexta-feira, 25 de março de 2011

Jukebox de Psicopata + Respostas do Autor: A Morte do Cozinheiro




Encontrei mais três sucessos para tocar no radinho psicótico do Luiz Aurélio, dessa vez em postagens de blogs!


As duas primeiras músicas são do blog Biblioteca FSAB, e a terceira é do blog Amor, Mistério e Sangue.





Linkin Park - Crawling



The Calling - Wherever You Will Go



Pain of Salvation - Ashes





O Autor Responde

(Questões que surgiram no e-mail e em alguns comentários pela grande rede)



Allan Pitz já matou alguém?

Ainda não... Mas comprei uma raquete elétrica, e matarei qualquer mosquito que entrar em minha casa!

Matou o cozinheiro?

Não...

O Livro parece um diário de maluco, é um diário de maluco?

Não é um diário de maluco, mas foi escrito por um maluco.

Tú já sofreu muita dor de corno antes de escrever o livro, né?

Ah, meu camarada, nem fala... Eu tenho mais galhos na testa calva do que as Renas do Bom Velhinho!


Por que o Luiz é todo metido a ser clássico? Por que ele não narra a história direito? Tu não sabe escrever direito não?!


Sei sim, meu bom leitor, mas essa eu quis escrever 'esquerdo' mesmo. E posso garantir que a minha loucura é água com açúcar perto de outras. O meu livrinho maldito foi um choque do narrador antigo, "clássico", com os sentimentos e recortes contemporâneos. Um daqueles textos brutos que o autor não espera muita coisa, e de repente ele aparece na mão do leitor. Que pode até xingar (é normal), mas geralmente percebe a audácia mutante do texto. O leitor costuma procurar A Morte do Cozinheiro em busca de um material diferente e rápido.


Os seus livros são todos narrados assim?


Não. Cada um segue uma essência criativa. Uns são repletos de diálogos, como o Estação Jugular (Remarcado pela Editora para ser lançado em Abril).

Alguém, sem ser um dos seus parceiros, gostou desse livro?

Claro, minha mãe gostou! E ela também me acha bem bonito. Agora, sinceramente: Muitos que não são parceiros divulgadores fizeram bons comentários, e alguns parceiros também não gostaram muito. Leitura acaba sendo bem pessoal, vai da visão e sentidos de cada um com a trama.

Você gostou do livro?

Achei meio maluco, mas condiz com os sentimentos e a personalidade que eu criei para conduzir o texto. É corajoso, com certeza bem corajoso e filosófico. Mas não deverá ser imortal, não tem pernas para tanto. No mais eu gostei sim.




FALE COM O AUTOR EM: apitz100@yahoo.com
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quarta-feira, 23 de março de 2011

Prêmio São Paulo de Literatura 2011



Já está em andamento o Prêmio São Paulo de Literatura 2011.
Autores e editoras de romances lançados em 2010 podem inscrever-se em uma das duas categorias: Melhor Livro do Ano, e Melhor Livro do Ano – Autor Estreante.

Até segunda-feira (4/4/2011), escritores e editoras podem entregar a documentação necessária pessoalmente ou pelos correios para a Secretaria de Estado da Cultura / Núcleo de Protocolo e Expedição. Rua Mauá, 51, Luz. São Paulo – SP. CEP 01028-900.

Regulamento completo em: www.cultura.sp.gov.br

Os finalistas, no máximo dez em cada categoria, serão anunciados durante o IV Festival da Mantiqueira – Diálogos com a Literatura, realizado em maio, em São Francisco Xavier (SP). Os dois grandes vencedores do Prêmio São Paulo da Literatura serão conhecidos durante a cerimônia de premiação no dia 1/8, no Museu da Língua Portuguesa.

A Premiação:

O Prêmio, um dos maiores do país, vai conceder R$ 200 mil para o melhor livro do ano e o mesmo valor para a melhor obra de autor estreante.

www.cultura.sp.gov.br
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quarta-feira, 16 de março de 2011

Especial Doença e Cura - Fabian Balbinot



Sinopse do livro Doença e Cura:

Em um submundo de sombras e poder, onde os vampiros são reais, surge uma entidade desconhecida, que perambula em uma incansável busca pelo sangue eterno dos mortos-vivos, enlouquecendo-os com pavores semelhantes aos que eles costumam infligir aos seres humanos, e usando os próprios humanos como iscas para atraí-los...

Palavra do editor:


“Doença e Cura quebra parâmetros, dogmas, hábitos viciados, fórmulas prontas; é uma estória de terror e conspiração, do tipo catastrófico e bizarro, seguindo a linha imortalizada por escritores consagrados como H. P. Lovecraft, Edgar Allan Poe e Stephen King.
Seus sete capítulos vão revelando, pouco a pouco, um mundo onde existe um horror ainda mais sangrento e impiedoso do que os vampiros que vivem no imaginário popular.”

Rossyr Berny – Editor


Doença e cura
Editora Alcance
Ano: 2010
Páginas: 256



Palavra de Allan Pitz:

Podemos citar muitos pontos positivos no livro Doença e Cura, de Fabian Balbinot, mas o que mais me agrada dizer, primeiramente é: original!

Em se tratando de ser uma história sobre vampiros, gênero que está sendo constantemente publicado nos últimos anos, temos de ressaltar, e muito, a originalidade criativa da obra. O que o autor nos propõe não é uma viagem romanceada num paralelo humano sobre os vampiros, mas uma viagem singular, insólita e orgânica, pelo universo de alguns vampiros que estão encarando uma nova realidade ameaçadora à espécie.

Super recomendado para os leitores que gostam do gênero vampiresco, e também para os que ainda não tiveram contato e querem estrear!


Para saber mais sobre a construção da obra e a caneta genial por trás daquelas mordidas todas, fui atrás do autor... E aqui está ele:

O PAQUIDERMES ENTREVISTA: FABIAN BALBINOT


Protejam seus pescocinhos, amigos paquidérmicos, pois a entrevista de hoje promete arrebentar algumas artérias bem suculentas e desavisadas por aí!
Recebam em nosso tapete vermelho o escritor Fabian Balbinot, meu amigo e autor integrante do novíssimo Selo Brasileiro!


Pergunta à parte: Quem é Fabian Balbinot?

Um ex-piá chorão e cheio de ideias mirabolantes, que cresceu e se transformou em um jovem velhote de 38 anos, criativo, preguiçoso, fala-que-nem-matraca, e tremendamente apaixonado pela beleza feminina.


1 - Flashback obrigatório: Como surgiu o escritor que você é hoje? E o que o motivou, definitivamente, para seguir firme na carreira literária?

Eu podia ficar te enrolando pra responder essa, mas vou simplificar com a verdade verdadeira de como minha carreira literária se iniciou... Lá pelo início dos anos 90 eu acabei indo ao cinema assistir Batman o Retorno, e lá estava ela, ao lado de Michael Keaton, Danny deVito e Christopher Walken... a Mulher-Gato, Michelle Pfeiffer... a deusa suprema, a mulher mais linda e perfeita que já existiu - segundo meus critérios pessoais de beleza feminina. Seduzido, apaixonado, tomado pelo desejo, vi que existiam duas possibilidades para minha vida: tornar-me um vigilante mascarado e fatiar bandidos com o chicote de cabo elétrico e lâminas de estilete que eu tinha acabado de confeccionar (sim, eu fiz isso! e quase cortei minha própria cara na primeira vez que tentei usá-lo) ou começar a escrever as tantas estórias birutas que espocavam lá e cá na minha mente, ficar famoso e, caso desse muita sorte, conhecer essa minha diva. A segunda alternativa me pareceu bem mais interessante e viável.
Pra resumir, o escritor Fabian Balbinot é pura e simplesmente fruto de um amor platônico mal resolvido, hehehe.


2 - Fabian, antes é necessário dizer que seu livro é um verdadeiro achado para os amantes do gênero vampiresco, diferente de tudo que já ouvi falar. A proposta de Doença e Cura era mesmo resgatar o lado sombrio e visceral desse universo, ou abrir uma nova janela no assunto vampiros?

Prefiro a segunda opção. Gosto de explorar caminhos novos. Tempos atrás - não lembro bem o porquê - comecei a rabiscar em um papel esboços do que poderia vir a ser uma nova forma de vampiro, que se alimentasse de vampiros. Esses esboços foram evoluindo e abandonando o lado sobrenatural, penetrando naquilo que poderia ser um lado genético, "evolutivo", biológico, do vampirismo. O resultado foi uma concepção menos sobrenatural, mais ampla e realista dos vampiros, tratando-os tanto quanto possível como uma forma de vida diferenciada, em conjunto com a criação do anti-vampiro, o nêmesis perfeito de toda a espécie sanguessuga. E foi dessa soma de novas abordagens que Doença e Cura surgiu.


3 - Por que começar na carreira literária com uma história sobre vampiros; aliás, com uma história que abre nova vertente sobre os vampiros?

Na verdade o início de minha carreira literária não foi com Doença e Cura - vejo este livro como o início de minha carreira como escritor PUBLICADO, uma vez que eu escrevo desde 1992. Tenho alguns contos, trechos de outros romances não-finalizados e um livro inteiro praticamente pronto, A Nova Gênese, e todo esse material é de antes de Doença e Cura. Apenas um dos meus outros contos, Ocaso, era sobre vampiros, afinal, antes do fenômeno da saga Crepúsculo, não era nenhum pecado escrever sobre os seres da noite.


4 - Generalizando e fugindo um pouco: o que seria um excelente livro, em sua opinião?

Gosto de livros com estórias fantasiosas e impossíveis, mas que sejam elaboradas de forma a serem surpreendentes, complexas, e principalmente convincentes. Um livro pode ser completamente absurdo, improvável, inacreditável - mas se o autor conseguir contar a estória de forma convincente, é certo que vou amar tal livro. A versão integral de Viagens de Gulliver, de Oliver Swift é um exemplo de uma sucessão de temas absurdos (homenzinhos com 10 centímetros de altura, ou gigantes, ou ainda cavalos inteligentes, entre tantos outros exageros) que foi tratado pelo autor de forma a ser bastante convincente, tornando este livro um dos meus preferidos.


5 - Observando através de sua experiência pessoal: como está o cenário dos livros e escritores no Brasil? Ordem e progressos?

Progressos, sim, mas com muita desordem. Pelo pouco que vi até agora, existe uma proliferação de novos autores, os quais parecem desesperados em ver seus materiais publicados e distribuídos tão logo quanto seja possível. Desse desespero dos autores em lançar-se de roldão na carreira criou-se uma nova geração de editoras, muitas delas oferecendo serviços precários, pecando pelo amadorismo. O resultado são livros que nem sempre primam pelo melhor acabamento, principalmente no tocante à revisão, o que contrasta com os nossos autores mais consagrados, além dos estrangeiros, que contam com editoras experientes e extremamente competentes.
Por esses e outros motivos, parece-me óbvio que a literatura no Brasil ainda está engatinhando, e longe de ser uma atividade profissional, séria e respeitável, em todas as suas subdivisões, como é comum nos EUA e na Europa.


6 - Voltando para o livro Doença e Cura... As cenas que você propõe são realmente intensas, fatais, não há uma regra sensível que o impeça de narrar tudo com requintes de detalhes. Confesso que alguns trechos mexeram muito comigo. Qual sua relação com a morte? Teme a morte, gosta de escrever sobre ela? Como foi para você descrever as cenas com tantos detalhes?


Tento ver a morte como algo natural, que faz parte do ciclo da vida, mas sei que ela nos enche de medo como tudo o que não nos é familiar.
Também procuro ver a vida como algo cuja importância é relativa. Em tese, não há grandes diferenças entre pisar em um inseto e esmagá-lo e pisar em um bebê recém-nascido e esmagá-lo. E tive de ampliar essa frieza de perspectiva em relação a estes conceitos ao escrever Doença e Cura, pois trata-se de um livro protagonizado por vampiros, predadores inteligentes, cruéis e implacáveis. Neste caso, é válido pensar como um vampiro, e conceber o ato de matar para se alimentar como uma necessidade básica, tanto quanto descascar uma banana ou fritar um ovo.

Em relação aos detalhes, tenho essa mania de não gostar de dar nomes aos personagens nem aos cenários. Isso permite que o leitor se transporte para o local que desejar e imagine o personagem com o rosto de seu ator favorito, porém obriga-me a ser detalhista nas descrições, para permitir que esses cenários e personagens se criem na mente do leitor da forma mais correta e adequada, guiando-o no desenrolar da trama.


7 - Reparei também que a estrutura da história não segue uma linha fixa, ela desfila multifacetada, livre, conduzindo o leitor a várias sintonias de ação intrínsecas que sintonizam o mesmo: sua excelente história. Traços poéticos, teatrais, filosóficos, dentro de uma atmosfera onde eu não esperava encontrar tantos elementos assim. Existem regras estipuladas no seu método de criação? Como foi desenvolver tudo isso?

Pergunta difícil. Doença e Cura começou como uma série de contos, escritos em diferentes épocas, a partir de 2001, debaixo das mais diversas influências - sou absolutamente influenciável quando escrevo, e posso dizer que, em muitos casos, meus textos refletem o que estou lendo, notícias que ouvi, fatos que presenciei, críticas que quero fazer, etc.
A ideia inicial era passar a impressão que os capítulos tinham sido escritos por autores diferentes, usando estilos diferentes, uma colcha de retalhos alinhavada com um mesmo fio de meada, que é a relação dos vampiros com o novo ser, o anti-vampiro, que os persegue e subjuga. Houve situações também em que não querer colocar nomes nos personagens tornava-se um problema sério, o que obrigou-me a ser criativo e abandonar ainda mais o convencional, como por exemplo no caso da peça de teatro do quinto capítulo.
No geral, o livro ficou parecendo uma espécie de dossiê, revelando em episódios diversos a ameaça do fenômeno do anti-vampiro, e desembocando em uma espécie de gran finale, que narra o resultado da sua evolução, e admito que gostei bastante desse resultado final.


8 - O que seria, digamos, um "pé-no-saco literário”, para Fabian Balbinot?

Clarice Lispector, que acho que vou morrer sem conseguir entender ou valorizar, e livro ruim, que é coisa difícil de especificar ou definir, mas que volta e meia aparece lá na minha estante...


9 - O que parece contar mais para os leitores de agora: o livro ou a imagem do escritor para vender o livro?

Difícil de dizer. Estamos em uma época que parece uma verdadeira encruzilhada literária, mesclando a antiguidade e o convencionalismo do livro de papel, com cinco ou seis autores consagrados, máquina de escrever e publicação impossível, com a novidade do livro multimídia e dos milhares de autores independentes, do computador e da publicação teoricamente mais fácil. Hoje em dia, há casos e casos - existe o livro que tem imagem e vida própria, como Harry Potter, e o escritor superstar, como Paulo Coelho - e, em termos de marketing, ambos são válidos se resultam em mais vendas e melhor distribuição.


10 – Filosofando e andando: Se o mundo está realmente doente, qual poderia ser sua doença, e qual a possível cura?

O mundo não tem doença nenhuma. O mundo é uma porção de variáveis que interagem e se revolucionam. Não vi o big bang e duvido que tenha sido exatamente como dizem os estudiosos, mas me parece bem claro que mundo e universo vivem de interagir, e se fragmentarem, explodindo com tudo que há em volta no processo. É muita pretensão da humanidade querer se colocar como o centro de importância para o destino da Terra e do cosmo, querendo explicar tudo o que é inexplicável por intermédio de bobagens como um Deus criador, voltado para nossa própria salvação. Mesmo que poluamos tudo e acabemos com a vida no planeta, dando fim a nossa própria raça, a natureza vai continuar, com ou sem seres vivos, que são apenas um de seus aspectos. Para a natureza, tudo é evolução e interação, mesmo quando a vida não faz parte do cálculo.


11 - O que os leitores podem esperar dos seus próximos trabalhos? Algo de novo para acontecer em breve?

Tenho quilos e litros de ideias, e algumas delas, como A Nova Gênese e as Crônicas de Um Homem do Tempo, podem ser vistas em meu site - http://www.magicjebb.com.br/site/literatura.php -, mas duvido que eu vá conseguir publicar um novo livro, pelo menos enquanto minhas contas a pagar e meu trabalho como comerciante e webdesigner, e minha faculdade de análise de sistemas falarem mais alto. Talvez eu acabe achando tempo e "colocando a mão na massa" literária de novo, mas vai ser difícil, principalmente porque gosto de trabalhar bastante a continuidade e o realismo em minhas estórias, as quais são sempre alvo de diversas e exaustivas revisões.


12 - Papo bem ligeiro em cinco tempos:

Um livro de cabeceira:
O que eu estiver lendo no momento - e a bola da vez é A Morte do Cozinheiro, de um tal Allan Pitz... =)

Uma música inesquecível:

Overcome, da banda Live, que acabo de postar em meu blog - http://magicjebb.blogspot.com/2011/03/trilha-sonora-overcome-live.html
Visitem, ouçam e se emocionem comigo!

Um filme:
Adoro animações. Wall-E, A Bela e A Fera de Disney, o clássico japonês Akira. Mas também gosto de diversos outros gêneros de cinema. Em geral, gosto de bons filmes, que me agradem - e a regra nem sempre é clara em relação a isso.

Um sonho:
Viver da literatura.

Um autor ícone:
Edgar Allan Poe.


13 - Agradeço por ter aceitado o meu convite. Deixo esse espaço livre para você:

Leiam bons livros - modéstia à parte, o nosso Selo Brasileiro está cheio deles!
Ah, e não deixem de visitar meu site e curtir meu blog!
Abraços e obrigado pelo apoio! =)
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terça-feira, 15 de março de 2011

Escritora Liana Cupini lançará Romance Chick - Lit em e-book gratuito



A escritora Liana Cupini, integrante do Selo Brasileiro, está lançando o seu novo livro Antes Tarde que Mais Tarde, que entre outras novidades será oferecido gratuitamente no formato e-book para os seus leitores!

O E-book será simultaneamente lançado em português, inglês e espanhol, e a autora está promovendo uma votação no seu blog para escolher as melhores capas em cada idioma. No final será sorteado um exemplar impresso entre os participantes da votação.

Fica a dica!


Texto de contra capa:

Depois de completar trinta anos, tudo acontece de uma vez na vida de Karla Kristina!

Uma avalanche de novidades que antes pareciam impossíveis!
Uma repaginada completa, novos amigos, novos amores, reconciliação, reviravolta no trabalho, viagens...

Não há limites para ser feliz, sonhar e se divertir, nesta deliciosa comédia romântica assinada por minha grande amiga Liana Cupini.
“Karla é um pouco de toda mulher moderna: em suas virtudes, aflições, defeitos, sonhos... Seu desejo de felicidade é universal, e reflete um pouco nos desejos de cada mulher."

Allan Pitz


Saiba mais sobre Liana Cupini e seu trabalho em: http://lianacupini.blogspot.com
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segunda-feira, 14 de março de 2011

Recomendação Paquidermes: Selo Brasileiro


Escritores de várias regiões do Brasil se reúnem no primeiro evento oficial do grupo Selo Brasileiro, este que apresenta à literatura um novo mosaico de talentos e singularidades.

Ana Paula Bergamasco, Carolina Estrella, Darlan Hayek, Georgette Silen, Liana Cupini e Marcos Bulzara discutirão, num bate papo informal com os autores e leitores presentes, suas obras, sua arte, suas visões e opiniões sobre os assuntos importantes para a literatura de hoje.

A conversa com os autores será mediada por Hiago Rodrigues, que relacionará as perguntas entre os convidados e a plateia, participando ativamente com perguntas e sugestões.

Ao fim do evento serão sorteados vários brindes pelos autores, que estarão à disposição para consultas, troca de experiências e autógrafos.

Um ótimo programa cultural para quem gosta não só de livros, mas da nova literatura que se faz presente em todos os públicos, por muitas linguagens e de várias formas, com autores para todos os gostos.

Dados do evento:
Data: Sábado – 02/04/2011
Horário: 15h às 17h
Local: Livraria Saraiva- Shopping Center Norte
A entrada é gratuita

Também fazem parte do Selo Brasileiro:
Allan Pitz
Eduardo Bonito
Fabian Balbinot
Fabio Guolo
Márson Alquati
Marcio Scheibler

Sobre o Selo Brasileiro e sua fundação:
Os cinco pilares primordiais onde ergueremos nosso sonho real de progresso
Por Allan Pitz

1 - Igualdade
Um livro brasileiro é um livro brasileiro, assim como o artista; entendemos a igualdade como um processo de evolução e fortalecimento em nosso meio. Somos brasileiros, defendendo os nobres ideais de evolução e cultura de nossa pátria, para o Brasil e para o mundo. Fantásticos, românticos, contistas, loucos, piadistas, poetas, cartunistas, e etc. Serão todos muito bem vindos a esta casa brasileira de progresso literário!

2 - Evolução
O grupo estará sempre direcionado para um caminho de evolução. Tudo para divulgar melhor o trabalho dos integrantes, e criar mais e mais pontes entre os leitores e as obras. Portanto, o selo brasileiro, deverá estar em eterno estudo dos novos mecanismos de publicação, distribuição, venda e divulgação de livros. Evoluir é sempre o próximo passo. Esse é o nosso lema.

3 - Gentileza
Ato de Gentileza (homenagem ao Profeta Gentileza) é um comprometimento com a paz, o respeito, e o incentivo mútuo. Os autores, independente de gênero, sexo, classificação, idade, localização, devem ser cordiais e “unidos” entre si, visando uma teia de informações e links que nos agregue como o maior grupo literário unido do país. Um muro forte necessita de muitos tijolos unidos.
A gentileza entre o grupo demonstra cultura, intelecto, respeito ao próximo e grandeza de espírito. Fatores que se fazem necessários para o avanço real de qualquer coisa.

4 – Trabalho
Escrever é trabalhar para mudar ou refletir algo, em si ou em outro lugar... Mas é trabalho. Nosso principal objetivo é trabalhar para que muitos escritores possam ter mais tempo para escrever (remunerados por isso), e assim estarem de igual para igual com qualquer mercado literário mundial. Com trabalho, seremos exportadores, não o contrário. Vamos trabalhar bastante!

5 – Justiça
O selo brasileiro lutará contra as injustiças, fazendo com que autores daqui tenham o direito pleno de serem avaliados, em pé de igualdade, por qualquer leitor. O Brasil é um país imenso, com dimensões continentais; não podemos pensar pequeno quando a palavra nacional (brasileiro) aparece. A responsabilidade aumenta. As ações devem levar em conta a grandiosidade do Brasil.
Justiça é a palavra final em nosso grupo.

Saiba mais sobre o Selo e seus integrantes em: http://selobrasileiro.blogspot.com

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terça-feira, 1 de março de 2011

Um Hama Hama Pirata



Duas amigas na fila para se consultar com um místico que lê o futuro nos rótulos de uísque:

- Dizem que o Hama Hama Olerê Olorocúm é bom mesmo...

- Ih, minha filha! Se é... O Hama Hama Olerê Olorocúm não erra uma! Para você ter uma idéia: só de olhar na garrafa de Black Label que eu trouxe, ele disse que meu marido é sócio de uma importadora!

- Nossa! Ai, amiga... É de uma pessoa assim que eu tô precisando para me ajudar.

- O Hama Hama vai te ajudar sim. Vai te falar tudo! Semana passada, foi ele pegar na garrafa de Teacher's da Dona Cecília e dizer que o filho dela era gay...

- E era?

- Drésgüi Qüinnies menina!!! Di xereqüinies e tudo mais!

- Eita! Que furo!!

- E gasto... Tô dizendo, o Hama Hama não erra uma!


De dentro da pequena salinha em Copacabana, saiu a voz sombria e contundente:


- O PRÓXIMO.

A mais experiente deu a vez e as indicações:

- Vai amiga, vai você que está mais precisada. Pensamento positivo, e muita fé! Depois me conta tá?!

A outra, ansiosa, entrou cabreira com sua garrafa no colo; e não se demorou nem um minuto na consulta...

- Ué?!! O que aconteceu?! Ele não te disse nada?

- Disse...

- Tão rápido... O que ele disse?!

- Que esse uisque escocês que eu comprei lá no Centro, É PIRATA!!






Obs: Uísque pirata embaça qualquer retina mediúnica...
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Este blog surgiu após inúmeras recomendações, broncas, cascudos e beliscões de conhecidos. Aqui está, enfim, um espaço próprio para o escritor Allan Pitz publicar suas "Patavinices", seus textos, seus livros, e tudo o mais que o tempo for lhe guiando e desenvolvendo.

Obrigado pelo incentivo de todos.